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domingo, 31 de maio de 2009

USO DA PERCEPÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE GESTÂO

O Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA, ligado a Faculdade Brasileira – UNIVIX, Vitória – ES, criado em 2003, vem se dedicando a análise da percepção ambiental em segmentos formadores de opinião, recebendo o apoio da Cia. Siderúrgica de Tubarão (CST), Aracruz Celulose e Cia. Vale do Rio Doce (CVRD), através da manutenção de bolsas de iniciação científica para alunos ligados ao núcleo e cobertura de despesas de participação de bolsistas e professores em eventos técnicos e científicos.

As primeiras pesquisas do grupo estiveram voltadas ao estudo da percepção ambiental de alunos e professores da UNIVIX, sendo que os dados obtidos foram utilizados para reformular a oferta do conhecimento ambiental nos diversos cursos da instituição, bem como a reciclagem de seu corpo docente em assuntos ligados à temática ambiental.

Em seguida o grupo desenvolveu uma pesquisa na Região Metropolitana de Vitória, analisando a percepção ambiental de diferentes segmentos sócio-econômicos da sociedade, frente à problemática do uso racional da água.

Posteriormente, pesquisa que está em andamento, iniciou a estruturação de um banco de dados sobre cidadania ambiental de jovens, de diferentes níveis de instrução (fundamental, médio e superior). O objetivo visou definir o perfil de cidadania ambiental de tais jovens, conhecendo as não conformidades que os mesmos apresentam em relação ao conhecimento ambiental básico, essencial ao exercício da cidadania.

A pesquisa na área do ensino fundamental foi realizada com todos os estudantes (cerca de 300), eleitos em suas escolas, que participaram da II Conferência Estadual Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (Vitória – ES, 2005). A análise dos dados obtidos foi à base da formação do banco de cidadania ambiental de estudantes do ensino fundamental, estruturado pelo NEPA. Em 2008, o NEPA também realizou a pesquisa de percepção ambiental de estudantes (candidatos a delegados à III CNIJMA) durante a realização da II Conferência Estadual Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, estruturando uma análise comparativa entre os candidatos à delegados em 2006, com àqueles de 2008.

Através de convênio com o Ministério da Educação - MEC, adotou-se a mesma metodologia durante a II Conferência Nacional Infanto-Juvenil, realizada em Brasília, abril (dias 23 a 28 de abril de 2006). Neste caso a avaliação foi feita por amostragem (5% de erro e 95% de intervalo de confiança), junto a todas as delegações dos estados presentes ao evento (cerca de 600), o que permitiu o início da estruturação do perfil de cidadania ambiental nacional dos jovens do nível fundamental. Em 2009, de 3 a 8 d abril, o NEPA voltou a desenvolver a mesma pesquisa, a convite do MEC / MMA, na(o)s delegada(o)s (cerca de presentes a III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (cerca de 600 presentes), por amostragem, amntendo o mesmo erro e intervalo de confiança da pesquisa realizada em 2006.

O objetivo de contar com tais bancos de dados está ligado à possibilidade de, a partir das não conformidades identificadas / quantificadas, sustentar o desenvolvimento de programas específicos de Educação Ambiental, que visem corrigir tais lacunas do conhecimento ambiental, ação sustentada pelo pré-diagnóstico das necessidades do grupo ao qual será oferecido o programa, bem verificar pontos de programas já implantados e que demandem a necessidade de ações corretivas.

Através de convênios firmados pelo NEPA com o CEFET-RJ, atividade coordenada localmente pela Professora Regina Viegas, bem como com a Faculdade Novo Milênio, sob a supervisão do Professor Paulo Henrique Amaral, a pesquisa se estendeu também para alunos do ensino técnico e superior.

O NEPA está em fase de operacionalização de um convênio, firmado com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Espírito Santo (FAES) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), no sentido de aplicar a metodologia da avaliação da percepção ambiental em jovens da zona rural do Estado do Espírito Santo.

Vários outros convênios estão sendo estruturados em outros estados, onde o NEPA transfere a metodologia e dá apoio (sem ônus) ao desenvolvimento de pesquisas que envolvam a avaliação da percepção ambiental e / ou social de segmentos diferenciados da sociedade.

Também concluiu um convênio com escolas de ensino fundamental e médio da comunidade de Cacia / Aveiro (Portugal), com a implantação do programa de Percepção pelo Uso Racional de Água, coordenado localmente pelos professores São Monteiro Silva e Aristides Rodrigues (Working Together - http://users.prof2000.pt/wtcacia/.)

As linhas mais recentes de pesquisas do NEPA estão ligadas à avaliação da percepção ambiental e social de partes interessadas (prestando serviço, fornecedores de produtos, órgãos de governo, lideranças comunitárias, órgãos de classe, entre outras) de grandes empresas, de modo a analisar como elas percebem o comportamento ambiental e social da empresa a que estão ligadas. Também nos planos do Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental, o estudo da percepção do consumidor brasileiro frente aos apelos ecológicos, bem como pesquisa da percepção de visitantes e acompanhantes de usuários de unidades hospitalares.

Acabamos de concluir, junto ao curso de Direito da Faculdade Brasileira – UNIVIX, uma pesquisa (1.200 entrevistados na Região da Grande Vitória e alguns municípios do interior do estado) voltada a análise da percepção ambiental de segmentos representativos da sociedade frente ao conhecimento da legislação ambiental básica

Para 2009 o NEPA pretende realizar, em Vitória – ES, o I Encontro Nacional de Percepção Ambiental como Instrumento de Gestão, reunindo especialistas ligados a temática de diferentes estados brasileiros. A consulta preliminar feita a instituições conhecidas do NEPA que atuam nesta área, demonstrou o interesse formal de participação e apresentação de trabalhos (58 instituições das 98 contatadas).

No momento, em convênio com a Cia. Vale do Rio Doce (CVRD) o NEPA concluiu a análise do perfil da cidadania ambiental dos visitantes do Parque Botânico da empresa (Projeto Vale Comunidade), localizado em Vitória – ES, através do Programa Vale Comunidade. O mesmo ocorre em relação a Cia. Siderúrgica de Tubarão, onde se está analisando a percepção de um bairro de seu entorno (Cidade Continental – Serra / ES).

A última proposta do NEPA, disponibilizada em várias redes de âmbito nacional, é a criação do ENADE AMBIENTAL, ou seja, nos moldes do ENADE, em caráter não compulsório, aplicar um instrumento específico para a avaliação do nível de conhecimento ambiental de estudantes, ingressantes e concluintes, de cursos de nível superior. Em 2008 fez a aplicação do instrumento de avaliação, desenvolvido pelo NEPA, a estudantes dos cursos de Administração e de Engenharias, de duas instituições de ensino superior sediadas na Grande Vitória. Em estágio complementar estará levando o mesmo procedimento para os cursos de Direito, Arquitetura e Farmácia.

Merece destaque, decorrente da presença do NEPA junto à XIV Jornadas Pedagógicas da Associação Portuguesa de Educação Ambiental – ASPEA / Lisboa, janeiro de 2007, a estruturação e coordenação de uma pesquisa conjunta – professores brasileiros e portugueses – voltada à análise dos perfis de percepção (estudantes do ensino fundamental) do “uso racional de água” e de “cidadania ambiental”, trabalho este que, aprovado pela plenária da XIV Jornadas da ASPEA, teve seus resultados apresentados na XV Jornadas Pedagógicas da ASPEA, realizada em janeiro de 2008, em Santarém (Portugal). Este trabalho já foi concluído, envolvendo cerca de 1.200 estudantes do ensino fundamental de Portugal, tendo como focos o perfil da cidadania ambiental e o uso racional da água.

Usando os mesmos instrumentos de pesquisa (e mantendo os mesmos focos) usados na pesquisa em Portugal, simultaneamente, o mesmo trabalho foi realizado no Brasil (cerca de 2.000 estudantes do ensino fundamental de 4 estados). Em fase de redação, trabalho que será apresentado nas XVI Jornadas Pedagógicas da ASPEA – Porto, Janeiro de 2009 – onde far-se-á a comparação entre a percepção ambiental de estudantes brasileiros e portugueses.

Como parte integrante do Programa de Formação de Gestores Ambientais do MMA, desenvolvido no Espírito Santo pela SEAMA através da licitação da UNIVIX, o NEPA acaba de concluir a avaliação da percepção ambiental (focos : uso racional da água e perfil de cidadania ambiental) de 250 participantes do referido programa (técnicos das Secretarias Municipais de Meio Ambiente / a grande maioria, lideranças comunitárias e ONGs), realizado em 5 regiões do estado (S. Mateus, Colatina, Domingos Martins, Vitória e Cachoeiro de Itapemirim), envolvendo participantes de cerca de 30 municípios. O trabalho recebeu o primeiro lugar na Categoria “Relações com Partes Interessadas” do Prêmio FINDES – CONSUMA de Meio Ambiente 2008 (outubro). Também recebeu o Prêmio Conselho de Meio Ambiente e Recursos Hídricos – COMARH – da Federação da Agricultura do Espírito Santo – FAES (dezembro).

Merece destaque, como pesquisas mais recentes do núcleo, a análise da “percepção da sociedade (Vitória e alguns municípios do interior do Espírito Santo / cerca de 1.200 questionários aplicados) frente ao conhecimento da legislação ambiental básica”, trabalho conduzido por acadêmicos do curso de Direito da faculdade Brasileira – UNIVIX, bem como (este em andamento) da “avaliação da percepção de estudantes do ensino superior frente ao Tabagismo”, envolvendo instituições de ensino superior de alguns Estados.

O NEPA está aberto à troca de informações (acesso às pesquisas já desenvolvidas pelo núcleo, bem como seu acervo bibliográfico) ou estruturação de parcerias em pesquisas ligadas à temática do uso da percepção ambiental como instrumento de gestão, como é o caso dos convênios firmados com a Novo Milênio e a FDV, que tiveram finalidades específicas.

Contatos poderão ser feitos através do e-mail roosevelt@ebrnet.com.br , com seu coordenador, Professor Mestre Roosevelt S. Fernandes, membro dos Conselhos Estadual de Meio Ambiente e do Estadual de Recursos Hídricos (ES), do Conselho de Meio Ambiente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e coordenador do Conselho Superior de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo, bem como coordenador do curso de Engenharia de Produção Civil, da UNIVIX e do NEPA. Também é consultor técnico do Conselho de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Espírito Santo – FAES e da Associação de Usuários de Recursos Hídricos do Estado do Espírito Santo – AURHES, de quem foi criador e seu primeiro presidente.

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